Dossiê [1] – A família sagrada tinha uma ótima situação financeira e Virgem Maria era filha de um homem rico

 09-10-2024

Palavras de Pedro Régis durante Live do dia 07-10-2024: ‘“Voltando nesse sublime momento, nossa senhora estava em seu quarto, que não é uma casinha do tamanho desse Studio. Porque, pelo que nossa senhora me narrou, você acredite se você quiser, mas, foi interessante que o padre Ronaldo, ele estudou 1800 anos dos ensinamentos da igreja... outro padre, Francisco, o Italiano [...], Padre Ronaldo disse que a família de nossa senhora era uma família rica. Os pais de nossa senhora [...]. Eu estou repetindo para vocês agora, que a casa de nossa senhora (foi nossa senhora quem disse), quando ela narra isso, esse fato glorioso, eu começo a imaginar o tamanho daquela casa!”.

Segundo pseudo Pedro Régis vidente de Anguera:
  1. Os pais de Virgem Maria eram pessoas ricas e bem sucedidas.
  2. São José era um grande empreiteiro, bem sucedido, sócio de um personagem fictício chamado Lamerc.
  3. Virgem Maria e São José sendo bem sucedidos, decidiram viver uma vida simples sem passar qualquer dificuldade.

Infelizmente, essas estórias que o vidente de Anguera narra e atribui como autora, a falsa aparição, são antagônicas as narrativas Bíblicas canônicas e também são antagônicas a sagrada tradição. Abaixo algumas citações de Santos, Padre e Doutores da Igreja Católica.

A tradição cristã sugere que a família da Virgem Maria era humilde, mas a Bíblia não oferece muitos detalhes específicos sobre a condição econômica de sua família. No entanto, algumas informações podem ser extraídas de diferentes textos e tradições:

  1. Família de Maria: Maria era filha de Joaquim e Ana, de acordo com a tradição cristã, embora eles não sejam mencionados diretamente na Bíblia, mas sim em textos apócrifos (como o Protoevangelho de Tiago). Esses textos indicam que Joaquim e Ana poderiam ser pessoas de fé, mas sua condição econômica não é detalhada.
  2. Vida simples em Nazaré: Maria vivia em Nazaré, uma pequena aldeia da Galileia, e muitos estudiosos sugerem que a maioria dos habitantes de Nazaré era de classe baixa, envolvida em atividades como agricultura ou trabalho artesanal. Isso pode indicar que Maria veio de um ambiente modesto.
  3. Ofertas no Templo: Quando Maria e José, seguindo a Lei judaica, levaram Jesus ao templo para a purificação (Lucas 2, 22-24), ofereceram duas rolas ou dois pombinhos como sacrifício. Isso era permitido pela Lei para aqueles que não podiam oferecer um cordeiro, o que sugere que a família de Maria e José não era rica.
  4. José, o carpinteiro: José, o esposo de Maria, era carpinteiro (Mateus 13:55), uma profissão respeitada, mas associada a uma classe trabalhadora. Isso apoia a ideia de que Maria e sua família pertenciam a uma classe social simples, mas digna.

Portanto, embora a Bíblia não diga explicitamente que a família de Maria era pobre, os detalhes que temos sugerem que ela vivia uma vida modesta, típica das classes trabalhadoras de sua época.

Santa Brígida da Suécia (1303–1373), uma mística e santa católica, teve uma série de visões sobre a vida da Virgem Maria e de Jesus, as quais foram registradas em suas Revelações (também chamadas de Revelações Celestiais). Entre essas visões, ela relatou aspectos da vida humilde e pobre de Maria, enfatizando seu papel como mãe de Jesus e seu exemplo de virtude e simplicidade.

Aqui estão alguns pontos destacados das revelações de Santa Brígida sobre a vida pobre de Maria:

1. Natividade em Circunstâncias Modestas

Santa Brígida descreve o nascimento de Jesus em Belém, onde Maria deu à luz em um estábulo simples e pobre, sem conforto ou ajuda. Nas suas visões, Maria estava em paz, aceitando sua situação com humildade, mesmo em condições tão difíceis. Maria teria embrulhado Jesus em panos simples e o colocado em uma manjedoura, cercada apenas pelos animais do estábulo.

2. Vida Simples e Trabalhosa de Maria

Nas visões de Santa Brígida, Maria era retratada como alguém que vivia uma vida de extrema simplicidade e trabalho árduo. Apesar de sua posição como Mãe de Deus, ela vivia sem luxos, cuidando das tarefas domésticas diárias com dedicação e humildade. Segundo Santa Brígida, Maria se vestia de maneira modesta, usando roupas simples e remendadas, refletindo sua vida de pobreza.

3. Fuga para o Egito

Santa Brígida relatou as dificuldades enfrentadas pela Sagrada Família durante a fuga para o Egito. Eles não tinham recursos ou segurança, e Maria, apesar de sua condição de mãe recém-parida, enfrentou a viagem difícil em meio ao deserto com coragem. Nas visões, Santa Brígida mostra Maria como uma figura de grande paciência e aceitação das adversidades.

4. A Vida em Nazaré

Segundo Santa Brígida, a vida de Maria e José em Nazaré também foi caracterizada por pobreza. Eles viviam de maneira muito modesta, e Maria ajudava José no sustento da família, tecendo e realizando outros trabalhos manuais. Embora vivessem na pobreza, Maria sempre permaneceu serena e agradecida a Deus por suas bênçãos, destacando-se pela profunda espiritualidade e confiança na providência divina.

5. Humildade e Serviço a Deus

Uma das grandes mensagens das visões de Santa Brígida sobre Maria é a sua profunda humildade. Apesar de ser a escolhida por Deus para ser a mãe do Salvador, Maria nunca se viu como especial ou digna de honras. Ela aceitou sua pobreza como parte de sua missão e exemplo de vida. Em suas visões, Santa Brígida destacou que Maria via a pobreza material como uma oportunidade de depender totalmente de Deus e de servir aos outros.

Esses relatos enfatizam a pobreza material da Virgem Maria como parte fundamental de sua missão e virtude. Maria, mesmo em meio à adversidade e à privação, exemplificava uma vida de profunda fé, humildade e devoção a Deus, servindo como um modelo para todos os cristãos.

Vários santos católicos escreveram e falaram sobre a vida humilde e pobre de São José e da Virgem Maria, enfatizando seu exemplo de virtude, simplicidade e devoção. Aqui estão alguns dos santos mais notáveis que comentaram sobre a vida de pobreza da Sagrada Família:

1. Santa Brígida da Suécia (1303–1373)

Santa Brígida, como mencionado anteriormente, teve visões místicas sobre a vida de Maria e Jesus. Ela destacou a pobreza extrema da Sagrada Família, especialmente no contexto do nascimento de Jesus em Belém e da fuga para o Egito. Brígida descreveu como Maria e José viveram uma vida de grande simplicidade, sustentando-se com trabalho humilde e enfrentando com serenidade as adversidades.

2. Santo Afonso de Ligório (1696–1787)

Santo Afonso foi um grande teólogo e doutor da Igreja que escreveu extensivamente sobre a vida de Jesus, Maria e José. Em sua obra A Glória de Maria, ele reflete sobre as dificuldades e a pobreza enfrentadas por Maria e José. Santo Afonso enfatiza a humildade e resignação da Sagrada Família, particularmente durante a viagem a Belém, o nascimento em um estábulo, e a vida em Nazaré, onde José sustentava a família com trabalho manual como carpinteiro.

3. São Bernardino de Sena (1380–1444)

São Bernardino foi um famoso pregador franciscano que tinha grande devoção a São José e à Virgem Maria. Ele destacou a pobreza de São José como parte de sua grandeza espiritual. Em seus sermões, São Bernardino elogiava a vida modesta e a disposição de São José de aceitar sua condição humilde para cumprir sua missão de proteger e cuidar de Jesus e Maria.

4. São Francisco de Assis (1181/1182–1226)

Embora São Francisco não tenha escrito extensivamente sobre São José e Maria, sua espiritualidade centrada na pobreza e humildade inspirou a devoção à Sagrada Família. Francisco foi o criador do primeiro presépio, que realçava a simplicidade e pobreza do nascimento de Cristo. Ele via na vida de Maria e José um reflexo do ideal de pobreza evangélica que ele mesmo adotou e incentivou entre os franciscanos.

5. Santa Teresa de Ávila (1515–1582)

Santa Teresa foi uma grande devota de São José e escreveu sobre ele com grande carinho. Em sua Autobiografia, ela relata como recorreu a São José em tempos de necessidade e o considerava um modelo de humildade e serviço silencioso. Embora não se concentre exclusivamente na pobreza material, Santa Teresa reconhecia a vida simples de São José como um reflexo de sua profunda espiritualidade e disposição de servir a Deus.

6. Santo André Bessette (1845–1937)

Santo André Bessette, um humilde irmão da Congregação da Santa Cruz, teve grande devoção a São José e frequentemente refletia sobre a vida simples e pobre que ele viveu. Ele acreditava que a pobreza de São José era um exemplo de virtude e uma demonstração de seu total abandono à vontade de Deus. Santo André construiu o famoso Oratório de São José, em Montreal, como um tributo a este santo humilde.

7. São Luís Maria Grignion de Montfort (1673–1716)

São Luís Maria escreveu extensivamente sobre a Virgem Maria em sua obra Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. Ele fala da humildade de Maria, seu desprendimento das coisas materiais e sua aceitação de uma vida de pobreza como parte de seu serviço a Deus. São Luís vê a pobreza de Maria como uma expressão de sua total confiança na providência divina.

8. São José Marello (1844–1895)

Fundador dos Oblatos de São José, São José Marello tinha grande devoção a São José e frequentemente destacava sua vida simples e pobre. Ele acreditava que a humildade e o trabalho árduo de São José eram qualidades exemplares para os cristãos. Sua espiritualidade era profundamente influenciada pela simplicidade e pobreza da Sagrada Família.

9. Beato Bartolo Longo (1841–1926)

O Beato Bartolo Longo, um grande devoto do Rosário e da Virgem Maria, também refletiu sobre a vida de pobreza da Sagrada Família. Ele via na humildade de São José e da Virgem Maria um modelo de vida cristã, onde as riquezas materiais eram secundárias à busca pela virtude e pela santidade.

Particularidades sobre Santo Afonso:

Santo Afonso de Ligório, doutor da Igreja e um dos grandes teólogos e escritores espirituais da Igreja Católica, refletiu amplamente sobre a vida de São José e da Virgem Maria, especialmente no contexto de sua pobreza. Em suas obras, particularmente em A Glória de Maria e em suas meditações sobre a vida de Jesus e Maria, ele destacou a humildade e a simplicidade da Sagrada Família.

Aqui estão alguns dos relatos e reflexões de Santo Afonso sobre a vida de pobreza de São José e da Virgem Maria:

1. Nascimento de Jesus em Belém

Santo Afonso escreveu comoventemente sobre as circunstâncias em que Jesus nasceu, mostrando o quanto a Sagrada Família aceitou sua pobreza. Ele descreve como José e Maria não encontraram abrigo adequado em Belém e como acabaram buscando refúgio em um estábulo. Esse episódio, para Santo Afonso, revela a profunda humildade e resignação de ambos diante da vontade de Deus. A pobreza em que Jesus nasceu foi um sinal claro da missão da Sagrada Família de viver em desapego dos bens materiais e em confiança total na providência divina.

Ele enfatiza que, mesmo sendo os pais do Salvador, José e Maria aceitaram as humilhações da pobreza com grande paciência e amor. A manjedoura, para Santo Afonso, simboliza o abandono das riquezas terrenas em favor das riquezas espirituais.

“Ó Deus, quão grande é a pobreza da Virgem Mãe, que, mesmo sendo a mãe do Rei do Céu, vê-se obrigada a dar à luz o seu Filho num lugar tão miserável, entre animais, por não haver outro lugar para ela."

2. Fuga para o Egito

Santo Afonso também escreveu sobre a fuga da Sagrada Família para o Egito, destacando as grandes dificuldades que São José e Maria enfrentaram em sua jornada para proteger o menino Jesus da perseguição de Herodes. Ele descreve como José, um homem trabalhador e pobre, teve de se submeter a esta viagem cansativa e perigosa, sem recursos ou conforto, confiando apenas em Deus para sustentar sua família.

Durante o tempo no Egito, José sustentou a família com o trabalho manual como carpinteiro. Santo Afonso enfatiza como, mesmo na pobreza extrema e no exílio, José e Maria viveram com dignidade e paciência, vendo suas provações como uma oportunidade de unir-se mais plenamente à vontade de Deus.

“Como foi grande a pobreza e o desconforto durante essa fuga! Viajar por terras estrangeiras, desconhecidas e inóspitas, sem ajuda ou conforto, era para eles uma ocasião de maior mérito diante de Deus."

3. A Vida em Nazaré

Santo Afonso reflete com frequência sobre a vida oculta de Jesus, Maria e José em Nazaré. Ele descreve como, durante os anos que passaram nessa cidade, viveram com grande simplicidade e pobreza. José trabalhava como carpinteiro para sustentar a família, e Maria, segundo Santo Afonso, ajudava nas tarefas domésticas, levando uma vida de extremo desapego dos bens materiais.

Para Santo Afonso, a vida oculta em Nazaré é um exemplo de como a pobreza pode ser santificada. A Sagrada Família, apesar de viver na pobreza, era rica em virtudes e em amor a Deus. Ele vê na vida simples de Nazaré uma lição para os cristãos sobre a importância de viver em humildade e em desapego dos bens terrenos.

“São José, embora fosse de estirpe real, vivia como um humilde carpinteiro, trabalhando com as suas mãos para sustentar sua esposa e o Filho de Deus. Maria, a rainha do céu e da terra, passava seus dias em oração e em serviço humilde, contente com o pouco que tinham, mostrando que o verdadeiro tesouro está em Deus.”

4. Desapego e Virtude

Para Santo Afonso, a pobreza de José e Maria não era apenas uma condição material, mas um reflexo de seu profundo desapego espiritual. Eles não estavam preocupados com os bens terrenos, mas sim com a vontade de Deus e o serviço a Ele. A pobreza deles era uma escolha, ou pelo menos uma aceitação amorosa da vontade divina, que os levava a confiar plenamente na providência.

Ele muitas vezes sublinhou que a pobreza da Sagrada Família era uma forma de mostrar que o Reino de Deus não se manifesta em riquezas materiais, mas em humildade, simplicidade e virtude. Esse é o maior ensinamento que Santo Afonso tira da pobreza de São José e da Virgem Maria.

“A pobreza que abraçaram São José e a Santíssima Virgem foi uma prova de seu grande amor a Deus. Nada neste mundo era mais importante para eles do que cumprir a vontade divina e estar unidos a Deus em todas as circunstâncias, seja na alegria ou na necessidade.”

5. Exemplo para os Cristãos

Santo Afonso via na pobreza de São José e da Virgem Maria um exemplo para todos os cristãos. Ele os apresenta como modelos de confiança em Deus, mostrando que a verdadeira riqueza está em viver em harmonia com a vontade de Deus e no cultivo das virtudes, e não em acumular bens materiais. A simplicidade de sua vida familiar era uma demonstração de sua santidade e de sua fé inabalável.

“Aqueles que desejam seguir Jesus devem imitar a sua santa pobreza, assim como fizeram Maria e José, que, mesmo podendo reclamar suas origens reais e seu direito à riqueza, escolheram a humildade e o serviço a Deus sobre todas as coisas.”

Conclusão

Santo Afonso de Ligório viu na vida de pobreza de São José e da Virgem Maria um testemunho poderoso de humildade, confiança e amor a Deus. Ele destacou que, mesmo diante das privações materiais, a Sagrada Família foi rica em virtudes e em santidade, servindo como exemplo de como a verdadeira riqueza é espiritual, e não material. A pobreza de José e Maria, segundo Santo Afonso, deve inspirar os cristãos a viverem com simplicidade e a colocarem sua confiança na providência divina.

Esses santos e místicos católicos não apenas refletiram sobre a vida pobre e simples de São José e da Virgem Maria, mas também destacaram como essa pobreza material era acompanhada por uma riqueza espiritual profunda. A vida humilde da Sagrada Família é frequentemente vista como um modelo de aceitação da vontade divina, desapego das coisas materiais e serviço a Deus em todas as circunstâncias.

Observação:

Regras da Igreja Católica sobre Aparições Marianas Presumidas

As aparições marianas têm sido parte importante da espiritualidade católica ao longo dos séculos. Relatos de visões da Virgem Maria, como as que ocorreram em Fátima e Lourdes, atraem a atenção de milhões de fiéis ao redor do mundo. No entanto, nem todas as alegadas aparições são automaticamente aceitas pela Igreja. A Igreja Católica tem diretrizes claras e rigorosas para avaliar a autenticidade dessas visões.

O Processo de Avaliação

A Igreja Católica utiliza um processo minucioso para analisar relatos de aparições marianas. Esse processo é conduzido por uma comissão eclesiástica, geralmente designada pelo bispo da diocese local onde a aparição foi reportada. As principais etapas incluem:

  1. Investigação Preliminar O bispo local é o primeiro responsável por investigar o caso. A Igreja considera fatores como a credibilidade dos videntes, a natureza das mensagens transmitidas e os frutos espirituais que surgem das alegações. É fundamental que a mensagem esteja em conformidade com a fé e a doutrina católica.
  2. Análise Teológica e Científica Para garantir a autenticidade, uma análise rigorosa é feita. A teologia verifica se as revelações estão em consonância com os ensinamentos da Igreja. Além disso, especialistas científicos podem ser chamados para examinar fenômenos associados, como sinais sobrenaturais ou curas.
  3. Critérios de Autenticidade O Vaticano estabeleceu critérios em 1978 por meio da Congregação para a Doutrina da Fé, que auxilia no discernimento das aparições. Entre os critérios estão:
    • Ausência de fraude ou má fé.
    • Coerência com os ensinamentos da Igreja.
    • Efeitos espirituais positivos, como conversões e renovação da fé.
    • Saúde física e psicológica dos videntes.
  4. Aprovação ou Rejeição Se a investigação concluir que a aparição tem uma origem sobrenatural, o bispo pode conceder sua aprovação. Em casos de maior relevância, como Fátima e Lourdes, o Vaticano pode intervir, emitindo um reconhecimento oficial.

Exemplos de Aparições Reconhecidas

  • Nossa Senhora de Fátima (Portugal, 1917) Um dos exemplos mais conhecidos, em Fátima, a Virgem Maria apareceu a três crianças pastoras. As mensagens transmitidas enfatizavam a conversão, a oração e a paz mundial. Após uma investigação que durou vários anos, a Igreja reconheceu oficialmente as aparições como autênticas.
  • Nossa Senhora de Lourdes (França, 1858) Em Lourdes, a Virgem Maria apareceu à jovem Bernadette Soubirous. A mensagem pedia oração e penitência. Além disso, uma fonte de água milagrosa foi descoberta, e até hoje milhares de curas inexplicáveis são associadas a este local. A Igreja reconheceu as aparições em 1862.

A Importância do Discernimento

O processo rigoroso da Igreja não é apenas uma questão de formalidade. A análise cuidadosa visa proteger a fé e evitar o engano, assegurando que os fiéis sigam apenas revelações genuínas. A Igreja ensina que mesmo aparições reconhecidas como autênticas são "revelações privadas" e não acrescentam nada de novo à fé cristã, que foi plenamente revelada por Jesus Cristo.

Autor: Cristiano Macabeus



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