09-10-2024
Palavras
de Pedro Régis durante Live do dia 07-10-2024: ‘“Voltando nesse
sublime momento, nossa senhora estava em seu quarto, que não é uma casinha do
tamanho desse Studio. Porque, pelo que nossa senhora me narrou, você acredite
se você quiser, mas, foi interessante que o padre Ronaldo, ele estudou 1800
anos dos ensinamentos da igreja... outro padre, Francisco, o Italiano [...], Padre
Ronaldo disse que a família de nossa senhora era uma família rica. Os pais de
nossa senhora [...]. Eu estou repetindo para vocês agora, que a casa de nossa
senhora (foi nossa senhora quem disse), quando ela narra isso, esse fato
glorioso, eu começo a imaginar o tamanho daquela casa!”.
- Os pais de Virgem Maria eram pessoas ricas e bem sucedidas.
- São José era um grande empreiteiro, bem sucedido, sócio de um personagem fictício chamado Lamerc.
- Virgem Maria e São José sendo bem sucedidos, decidiram viver uma vida simples sem passar qualquer dificuldade.
Infelizmente,
essas estórias que o vidente de Anguera narra e atribui como autora, a falsa
aparição, são antagônicas as narrativas Bíblicas canônicas e também são antagônicas
a sagrada tradição. Abaixo algumas citações de Santos, Padre e Doutores da
Igreja Católica.
A
tradição cristã sugere que a família da Virgem Maria era humilde, mas a Bíblia
não oferece muitos detalhes específicos sobre a condição econômica de sua
família. No entanto, algumas informações podem ser extraídas de diferentes
textos e tradições:
- Família de Maria:
Maria era filha de Joaquim e Ana, de acordo com a tradição cristã, embora
eles não sejam mencionados diretamente na Bíblia, mas sim em textos
apócrifos (como o Protoevangelho de Tiago). Esses textos indicam que
Joaquim e Ana poderiam ser pessoas de fé, mas sua condição econômica não é
detalhada.
- Vida simples em Nazaré:
Maria vivia em Nazaré, uma pequena aldeia da Galileia, e muitos estudiosos
sugerem que a maioria dos habitantes de Nazaré era de classe baixa,
envolvida em atividades como agricultura ou trabalho artesanal. Isso pode
indicar que Maria veio de um ambiente modesto.
- Ofertas no Templo:
Quando Maria e José, seguindo a Lei judaica, levaram Jesus ao templo para
a purificação (Lucas 2, 22-24), ofereceram duas rolas ou dois pombinhos
como sacrifício. Isso era permitido pela Lei para aqueles que não podiam
oferecer um cordeiro, o que sugere que a família de Maria e José não era
rica.
- José, o carpinteiro:
José, o esposo de Maria, era carpinteiro (Mateus 13:55), uma profissão
respeitada, mas associada a uma classe trabalhadora. Isso apoia a ideia de
que Maria e sua família pertenciam a uma classe social simples, mas digna.
Portanto,
embora a Bíblia não diga explicitamente que a família de Maria era pobre, os
detalhes que temos sugerem que ela vivia uma vida modesta, típica das classes
trabalhadoras de sua época.
Santa
Brígida da Suécia (1303–1373), uma mística e santa católica, teve uma série de
visões sobre a vida da Virgem Maria e de Jesus, as quais foram registradas em
suas Revelações (também chamadas de Revelações Celestiais). Entre
essas visões, ela relatou aspectos da vida humilde e pobre de Maria,
enfatizando seu papel como mãe de Jesus e seu exemplo de virtude e
simplicidade.
Aqui
estão alguns pontos destacados das revelações de Santa Brígida sobre a vida
pobre de Maria:
1.
Natividade em Circunstâncias Modestas
Santa
Brígida descreve o nascimento de Jesus em Belém, onde Maria deu à luz em um
estábulo simples e pobre, sem conforto ou ajuda. Nas suas visões, Maria estava
em paz, aceitando sua situação com humildade, mesmo em condições tão difíceis.
Maria teria embrulhado Jesus em panos simples e o colocado em uma manjedoura,
cercada apenas pelos animais do estábulo.
2.
Vida Simples e Trabalhosa de Maria
Nas
visões de Santa Brígida, Maria era retratada como alguém que vivia uma vida de
extrema simplicidade e trabalho árduo. Apesar de sua posição como Mãe de Deus,
ela vivia sem luxos, cuidando das tarefas domésticas diárias com dedicação e
humildade. Segundo Santa Brígida, Maria se vestia de maneira modesta, usando
roupas simples e remendadas, refletindo sua vida de pobreza.
3.
Fuga para o Egito
Santa
Brígida relatou as dificuldades enfrentadas pela Sagrada Família durante a fuga
para o Egito. Eles não tinham recursos ou segurança, e Maria, apesar de sua
condição de mãe recém-parida, enfrentou a viagem difícil em meio ao deserto com
coragem. Nas visões, Santa Brígida mostra Maria como uma figura de grande
paciência e aceitação das adversidades.
4. A
Vida em Nazaré
Segundo
Santa Brígida, a vida de Maria e José em Nazaré também foi caracterizada por
pobreza. Eles viviam de maneira muito modesta, e Maria ajudava José no sustento
da família, tecendo e realizando outros trabalhos manuais. Embora vivessem na
pobreza, Maria sempre permaneceu serena e agradecida a Deus por suas bênçãos,
destacando-se pela profunda espiritualidade e confiança na providência divina.
5.
Humildade e Serviço a Deus
Uma
das grandes mensagens das visões de Santa Brígida sobre Maria é a sua profunda
humildade. Apesar de ser a escolhida por Deus para ser a mãe do Salvador, Maria
nunca se viu como especial ou digna de honras. Ela aceitou sua pobreza como
parte de sua missão e exemplo de vida. Em suas visões, Santa Brígida destacou
que Maria via a pobreza material como uma oportunidade de depender totalmente
de Deus e de servir aos outros.
Esses
relatos enfatizam a pobreza material da Virgem Maria como parte fundamental de
sua missão e virtude. Maria, mesmo em meio à adversidade e à privação,
exemplificava uma vida de profunda fé, humildade e devoção a Deus, servindo
como um modelo para todos os cristãos.
Vários
santos católicos escreveram e falaram sobre a vida humilde e pobre de São José
e da Virgem Maria, enfatizando seu exemplo de virtude, simplicidade e devoção.
Aqui estão alguns dos santos mais notáveis que comentaram sobre a vida de
pobreza da Sagrada Família:
1.
Santa Brígida da Suécia (1303–1373)
Santa
Brígida, como mencionado anteriormente, teve visões místicas sobre a vida de
Maria e Jesus. Ela destacou a pobreza extrema da Sagrada Família, especialmente
no contexto do nascimento de Jesus em Belém e da fuga para o Egito. Brígida
descreveu como Maria e José viveram uma vida de grande simplicidade,
sustentando-se com trabalho humilde e enfrentando com serenidade as
adversidades.
2.
Santo Afonso de Ligório (1696–1787)
Santo
Afonso foi um grande teólogo e doutor da Igreja que escreveu extensivamente
sobre a vida de Jesus, Maria e José. Em sua obra A Glória de Maria, ele
reflete sobre as dificuldades e a pobreza enfrentadas por Maria e José. Santo
Afonso enfatiza a humildade e resignação da Sagrada Família, particularmente
durante a viagem a Belém, o nascimento em um estábulo, e a vida em Nazaré, onde
José sustentava a família com trabalho manual como carpinteiro.
3. São
Bernardino de Sena (1380–1444)
São
Bernardino foi um famoso pregador franciscano que tinha grande devoção a São
José e à Virgem Maria. Ele destacou a pobreza de São José como parte de sua
grandeza espiritual. Em seus sermões, São Bernardino elogiava a vida modesta e
a disposição de São José de aceitar sua condição humilde para cumprir sua
missão de proteger e cuidar de Jesus e Maria.
4. São
Francisco de Assis (1181/1182–1226)
Embora
São Francisco não tenha escrito extensivamente sobre São José e Maria, sua
espiritualidade centrada na pobreza e humildade inspirou a devoção à Sagrada
Família. Francisco foi o criador do primeiro presépio, que realçava a
simplicidade e pobreza do nascimento de Cristo. Ele via na vida de Maria e José
um reflexo do ideal de pobreza evangélica que ele mesmo adotou e incentivou
entre os franciscanos.
5.
Santa Teresa de Ávila (1515–1582)
Santa
Teresa foi uma grande devota de São José e escreveu sobre ele com grande
carinho. Em sua Autobiografia, ela relata como recorreu a São José em
tempos de necessidade e o considerava um modelo de humildade e serviço
silencioso. Embora não se concentre exclusivamente na pobreza material, Santa
Teresa reconhecia a vida simples de São José como um reflexo de sua profunda
espiritualidade e disposição de servir a Deus.
6.
Santo André Bessette (1845–1937)
Santo
André Bessette, um humilde irmão da Congregação da Santa Cruz, teve grande
devoção a São José e frequentemente refletia sobre a vida simples e pobre que
ele viveu. Ele acreditava que a pobreza de São José era um exemplo de virtude e
uma demonstração de seu total abandono à vontade de Deus. Santo André construiu
o famoso Oratório de São José, em Montreal, como um tributo a este santo
humilde.
7. São
Luís Maria Grignion de Montfort (1673–1716)
São
Luís Maria escreveu extensivamente sobre a Virgem Maria em sua obra Tratado
da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. Ele fala da humildade de Maria,
seu desprendimento das coisas materiais e sua aceitação de uma vida de pobreza
como parte de seu serviço a Deus. São Luís vê a pobreza de Maria como uma
expressão de sua total confiança na providência divina.
8. São
José Marello (1844–1895)
Fundador
dos Oblatos de São José, São José Marello tinha grande devoção a São José e
frequentemente destacava sua vida simples e pobre. Ele acreditava que a
humildade e o trabalho árduo de São José eram qualidades exemplares para os
cristãos. Sua espiritualidade era profundamente influenciada pela simplicidade
e pobreza da Sagrada Família.
9.
Beato Bartolo Longo (1841–1926)
O
Beato Bartolo Longo, um grande devoto do Rosário e da Virgem Maria, também
refletiu sobre a vida de pobreza da Sagrada Família. Ele via na humildade de
São José e da Virgem Maria um modelo de vida cristã, onde as riquezas materiais
eram secundárias à busca pela virtude e pela santidade.
Particularidades
sobre Santo Afonso:
Santo
Afonso de Ligório, doutor da Igreja e um dos grandes teólogos e escritores
espirituais da Igreja Católica, refletiu amplamente sobre a vida de São José e
da Virgem Maria, especialmente no contexto de sua pobreza. Em suas obras,
particularmente em A Glória de Maria e em suas meditações sobre a vida
de Jesus e Maria, ele destacou a humildade e a simplicidade da Sagrada Família.
Aqui
estão alguns dos relatos e reflexões de Santo Afonso sobre a vida de pobreza de
São José e da Virgem Maria:
1.
Nascimento de Jesus em Belém
Santo
Afonso escreveu comoventemente sobre as circunstâncias em que Jesus nasceu,
mostrando o quanto a Sagrada Família aceitou sua pobreza. Ele descreve como
José e Maria não encontraram abrigo adequado em Belém e como acabaram buscando
refúgio em um estábulo. Esse episódio, para Santo Afonso, revela a profunda
humildade e resignação de ambos diante da vontade de Deus. A pobreza em que
Jesus nasceu foi um sinal claro da missão da Sagrada Família de viver em
desapego dos bens materiais e em confiança total na providência divina.
Ele
enfatiza que, mesmo sendo os pais do Salvador, José e Maria aceitaram as
humilhações da pobreza com grande paciência e amor. A manjedoura, para Santo
Afonso, simboliza o abandono das riquezas terrenas em favor das riquezas
espirituais.
“Ó
Deus, quão grande é a pobreza da Virgem Mãe, que, mesmo sendo a mãe do Rei do
Céu, vê-se obrigada a dar à luz o seu Filho num lugar tão miserável, entre
animais, por não haver outro lugar para ela."
2.
Fuga para o Egito
Santo
Afonso também escreveu sobre a fuga da Sagrada Família para o Egito, destacando
as grandes dificuldades que São José e Maria enfrentaram em sua jornada para
proteger o menino Jesus da perseguição de Herodes. Ele descreve como José, um
homem trabalhador e pobre, teve de se submeter a esta viagem cansativa e
perigosa, sem recursos ou conforto, confiando apenas em Deus para sustentar sua
família.
Durante
o tempo no Egito, José sustentou a família com o trabalho manual como
carpinteiro. Santo Afonso enfatiza como, mesmo na pobreza extrema e no exílio,
José e Maria viveram com dignidade e paciência, vendo suas provações como uma
oportunidade de unir-se mais plenamente à vontade de Deus.
“Como
foi grande a pobreza e o desconforto durante essa fuga! Viajar por terras
estrangeiras, desconhecidas e inóspitas, sem ajuda ou conforto, era para eles
uma ocasião de maior mérito diante de Deus."
3. A
Vida em Nazaré
Santo
Afonso reflete com frequência sobre a vida oculta de Jesus, Maria e José em
Nazaré. Ele descreve como, durante os anos que passaram nessa cidade, viveram
com grande simplicidade e pobreza. José trabalhava como carpinteiro para
sustentar a família, e Maria, segundo Santo Afonso, ajudava nas tarefas
domésticas, levando uma vida de extremo desapego dos bens materiais.
Para
Santo Afonso, a vida oculta em Nazaré é um exemplo de como a pobreza pode ser
santificada. A Sagrada Família, apesar de viver na pobreza, era rica em
virtudes e em amor a Deus. Ele vê na vida simples de Nazaré uma lição para os
cristãos sobre a importância de viver em humildade e em desapego dos bens
terrenos.
“São
José, embora fosse de estirpe real, vivia como um humilde carpinteiro,
trabalhando com as suas mãos para sustentar sua esposa e o Filho de Deus.
Maria, a rainha do céu e da terra, passava seus dias em oração e em serviço
humilde, contente com o pouco que tinham, mostrando que o verdadeiro tesouro
está em Deus.”
4.
Desapego e Virtude
Para
Santo Afonso, a pobreza de José e Maria não era apenas uma condição material,
mas um reflexo de seu profundo desapego espiritual. Eles não estavam
preocupados com os bens terrenos, mas sim com a vontade de Deus e o serviço a
Ele. A pobreza deles era uma escolha, ou pelo menos uma aceitação amorosa da
vontade divina, que os levava a confiar plenamente na providência.
Ele
muitas vezes sublinhou que a pobreza da Sagrada Família era uma forma de
mostrar que o Reino de Deus não se manifesta em riquezas materiais, mas em
humildade, simplicidade e virtude. Esse é o maior ensinamento que Santo Afonso
tira da pobreza de São José e da Virgem Maria.
“A
pobreza que abraçaram São José e a Santíssima Virgem foi uma prova de seu
grande amor a Deus. Nada neste mundo era mais importante para eles do que
cumprir a vontade divina e estar unidos a Deus em todas as circunstâncias, seja
na alegria ou na necessidade.”
5.
Exemplo para os Cristãos
Santo
Afonso via na pobreza de São José e da Virgem Maria um exemplo para todos os
cristãos. Ele os apresenta como modelos de confiança em Deus, mostrando que a
verdadeira riqueza está em viver em harmonia com a vontade de Deus e no cultivo
das virtudes, e não em acumular bens materiais. A simplicidade de sua vida
familiar era uma demonstração de sua santidade e de sua fé inabalável.
“Aqueles
que desejam seguir Jesus devem imitar a sua santa pobreza, assim como fizeram
Maria e José, que, mesmo podendo reclamar suas origens reais e seu direito à
riqueza, escolheram a humildade e o serviço a Deus sobre todas as coisas.”
Conclusão
Santo
Afonso de Ligório viu na vida de pobreza de São José e da Virgem Maria um
testemunho poderoso de humildade, confiança e amor a Deus. Ele destacou que,
mesmo diante das privações materiais, a Sagrada Família foi rica em virtudes e
em santidade, servindo como exemplo de como a verdadeira riqueza é espiritual,
e não material. A pobreza de José e Maria, segundo Santo Afonso, deve inspirar
os cristãos a viverem com simplicidade e a colocarem sua confiança na
providência divina.
Esses
santos e místicos católicos não apenas refletiram sobre a vida pobre e simples
de São José e da Virgem Maria, mas também destacaram como essa pobreza material
era acompanhada por uma riqueza espiritual profunda. A vida humilde da Sagrada
Família é frequentemente vista como um modelo de aceitação da vontade divina,
desapego das coisas materiais e serviço a Deus em todas as circunstâncias.
Observação:
Regras
da Igreja Católica sobre Aparições Marianas Presumidas
As
aparições marianas têm sido parte importante da espiritualidade católica ao
longo dos séculos. Relatos de visões da Virgem Maria, como as que ocorreram em
Fátima e Lourdes, atraem a atenção de milhões de fiéis ao redor do mundo. No
entanto, nem todas as alegadas aparições são automaticamente aceitas pela
Igreja. A Igreja Católica tem diretrizes claras e rigorosas para avaliar a
autenticidade dessas visões.
O
Processo de Avaliação
A
Igreja Católica utiliza um processo minucioso para analisar relatos de
aparições marianas. Esse processo é conduzido por uma comissão eclesiástica,
geralmente designada pelo bispo da diocese local onde a aparição foi reportada.
As principais etapas incluem:
- Investigação Preliminar
O bispo local é o primeiro responsável por investigar o caso. A Igreja
considera fatores como a credibilidade dos videntes, a natureza das
mensagens transmitidas e os frutos espirituais que surgem das alegações. É
fundamental que a mensagem esteja em conformidade com a fé e a doutrina
católica.
- Análise Teológica e Científica
Para garantir a autenticidade, uma análise rigorosa é feita. A teologia
verifica se as revelações estão em consonância com os ensinamentos da
Igreja. Além disso, especialistas científicos podem ser chamados para
examinar fenômenos associados, como sinais sobrenaturais ou curas.
- Critérios de Autenticidade
O Vaticano estabeleceu critérios em 1978 por meio da Congregação para a
Doutrina da Fé, que auxilia no discernimento das aparições. Entre os
critérios estão:
- Ausência de fraude ou má fé.
- Coerência com os ensinamentos da Igreja.
- Efeitos espirituais positivos, como
conversões e renovação da fé.
- Saúde física e psicológica dos videntes.
- Aprovação ou Rejeição
Se a investigação concluir que a aparição tem uma origem sobrenatural, o
bispo pode conceder sua aprovação. Em casos de maior relevância, como
Fátima e Lourdes, o Vaticano pode intervir, emitindo um reconhecimento
oficial.
Exemplos
de Aparições Reconhecidas
- Nossa Senhora de Fátima (Portugal, 1917)
Um dos exemplos mais conhecidos, em Fátima, a Virgem Maria apareceu a três
crianças pastoras. As mensagens transmitidas enfatizavam a conversão, a
oração e a paz mundial. Após uma investigação que durou vários anos, a
Igreja reconheceu oficialmente as aparições como autênticas.
- Nossa Senhora de Lourdes (França, 1858)
Em Lourdes, a Virgem Maria apareceu à jovem Bernadette Soubirous. A
mensagem pedia oração e penitência. Além disso, uma fonte de água
milagrosa foi descoberta, e até hoje milhares de curas inexplicáveis são
associadas a este local. A Igreja reconheceu as aparições em 1862.
A
Importância do Discernimento
O
processo rigoroso da Igreja não é apenas uma questão de formalidade. A análise
cuidadosa visa proteger a fé e evitar o engano, assegurando que os fiéis sigam
apenas revelações genuínas. A Igreja ensina que mesmo aparições reconhecidas
como autênticas são "revelações privadas" e não acrescentam nada de
novo à fé cristã, que foi plenamente revelada por Jesus Cristo.
Autor:
Cristiano Macabeus
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